Dia estranho.
Manhã sem graça... sono.
Palavras
Muitas
Soltas
Vagas
Um até logo.
Trabalho... tédio.
Esconder?
Se impor?
Gritar?
Fugir?
Dançar conforme a música.
Música... alta... sem sentido.
Sofá... cochilo... sem sucesso.
Fotos... saudades.
Em uma hora a vida se transforma,
Pensamentos se enrolam,
Sentimentos emergem,
Dúvidas me abraçam.
Dia estranho.
(23/08/04)
Um espaço para você. Notícias, curiosidades, fotos, humor e muito mais. Aqui você poderá ouvir a playlist da semana enquanto vota em uma enquete que será transformada em publicação. A imagem do dia será sempre algo interessante para se ver e pensar, e nos textos publicados terei sempre o cuidado de deixar para você, caro visitante, informação de qualidade, seja ela qual for. Por isso, fique à vontade e sinta-se em casa!
13 de fevereiro de 2005
11 de dezembro de 2004
Amor é pra quem tem, não pra quem quer.
Anteontem, dia 8 de dezembro, estava eu em uma palestra sobre o Império Norte-Americano e a Ordem Mundial: Cenário pós-Bush 2, na qual o palestrante Demétrio Magnoli, professor de Geografia Humana da USP, editor do jornal “O Mundo” e articulista da Folha de São Paulo falava sobre a dominação norte-americana, a guerra contra o terror, e também sobre a questão do petróleo. Em um dado momento, após breve explicação sobre a origem da Arábia Saudita e sua faraônica produção petrolífera de sete milhões de barris diários, ele disse que o petróleo era o segundo bem mais mal distribuído do mundo, comentário esse que deixou a platéia com certo ar de indagação sobre qual seria o primeiro. Após alguns demorados segundos de silêncio, ele disse: “O primeiro é o amor.”.
Apesar de não passar de uma brincadeira da parte do palestrante, tal afirmação possui uma enorme carga de veracidade, perceptível principalmente pelos que ainda anseiam pelo amor verdadeiro. Por causar tanta polêmica, ser passível de diversos tipos de julgamento e possuir incalculáveis significados, não entrarei na questão do amor verdadeiro. Nem mesmo eu sei o que viria a ser esse mitológico e forte sentimento que habita a nossa consciência coletiva.
Apesar de não passar de uma brincadeira da parte do palestrante, tal afirmação possui uma enorme carga de veracidade, perceptível principalmente pelos que ainda anseiam pelo amor verdadeiro. Por causar tanta polêmica, ser passível de diversos tipos de julgamento e possuir incalculáveis significados, não entrarei na questão do amor verdadeiro. Nem mesmo eu sei o que viria a ser esse mitológico e forte sentimento que habita a nossa consciência coletiva.
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